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quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
sábado, 19 de março de 2011
O Livro dos Espíritos comentado pelo Espírito Miramez
Clique no título e vá até o site
Em 1649 desce Miramez no litoral norte do Brasil. Em pouco tempo já falava dialetos indígenas e africanos, catequizando e aliviando dores físicas e espirituais dos irmãos humildes e, mais do que tudo, quintessenciando cada vez mais seu já evoluído espírito.
Certo dia, como que ouvindo a voz da própria consciência, fez aquilo que o rico mancebo referido no Evangelho recusou-se a fazer ao ser aconselhado por Jesus a se desfazer de seus bens antes de segui-Lo (Mateus,XIX: 16-24; Lucas XVII: 18-25; Marcos X: 25) : Miramez enviou procuração a amigos de sua confiança autorizando-os a dispor dos seus bens e distribuir o resultado entre os carentes e sofredores da Península Ibérica.
E assim passou a viver um estado de consciência tranqüila, única riqueza que acompanha seus portadores pela eternidade a fora.
Sua morte ocorreu num quadro de elevada suavidade, com os negros e os índios catequizados formando extensa fila para beijar-lhe as mãos.
Com lágrimas nos olhos, Miramez desprendeu-se do vaso físico e, já fora dele, chorou de felicidade e agradecimento, por ter ingressado no Brasil pelas portas do amor e da caridade, que lhe foram abertas por Jesus.
(Síntese da biografia publicada no livro INICIAÇÃO, psicografado pelo médium João Nunes Maia, ditada pelo espírito de LANCELLIN).Fonte:
http://www.olivrodosespiritoscomentado.com/index.html
quarta-feira, 16 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
ARTIGOS ESPÍRITAS - JORGE HESSEN: DESONESTIDADE E ESPIRITISMO NÃO SE COADUNAM
ARTIGOS ESPÍRITAS - JORGE HESSEN: DESONESTIDADE E ESPIRITISMO NÃO SE COADUNAM: "Quando o tema diz respeito à HONESTIDADE de dirigentes e trabalhadores das hostes cristãs, o assunto é muito preocupante, ante as e..."
Continue lendo no endereço: http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com/2010/11/desonestidade-e-espiritismo-nao-se.html
Continue lendo no endereço: http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com/2010/11/desonestidade-e-espiritismo-nao-se.html
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Indagações a respeito de psicopatia - Espiritismo Responde.
Por: O Consolador
1) O Espiritismo reconhece a existência dos psicopatas?
2) Esse transtorno de personalidade é da natureza perversa do Espírito ou é uma patologia transitória do indivíduo?
3) Esses indivíduos algum dia irão sentir remorso pelo que fizeram?
4) Qual o destino deles após desencarnarem?
5) Como se relacionar com essas entidades de maneira a constrangê-las a não desenvolverem seus predicados perversos?
6) Eles também seguem um programa de evolução espiritual para o bem?
7) Se a correção do indivíduo se faz através da sua consciência e sentimento de arrependimento, como transpor essa questão para o caso dos psicopatas (uma vez que são desprovidos do sentimento de culpa e remorso)?
LEIA AS RESPOSTA NO SITE:
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Fanatismo Religioso
Por: CENTRO ESPÍRITA ISMAEL
Fanatismo Religioso
As religiões, pelo seu caráter transcendental, foram, muito mais que a política, as grandes formadoras de adeptos fanáticos. Isso se explica porque a palavra fanatismo - do latim fanaticus -, que vem de fanum = templo, lugar consagrado, significa aquele que era o possuído pelo deus. Assim, fanatismo é a cega obediência a uma idéia, servida com zelo obstinado, até exercer violência para obrigar outros a segui-la e punir quem não está disposto a abraçá-la...
Leia mais no endereço:
http://www.ceismael.com.br/tema/fanatismo-religioso.htmquinta-feira, 20 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Cizânias e Dissidências
Por: Espiritualidade e Sociedade
“Vim separar de seu pai o filho, de sua mãe a filha, de sua sogra
a nora; e o homem terá por inimigos os de sua própria casa”.
- Jesus. (Mt.; 10:35.36.)
“Vim separar de seu pai o filho, de sua mãe a filha, de sua sogra
a nora; e o homem terá por inimigos os de sua própria casa”.
- Jesus. (Mt.; 10:35.36.)
Como toda escola de pensamento, o Espiritismo tem seus adeptos e contraditores, isto é, criaturas que o acoroçoam e outras que tem por inimigas...
Adversários e adeptos se dividem em várias modalidades, conforme podemos compreender pelas explicações oferecidas por Allan Kardec na Codificação Espírita. Incompreensões existem não somente por parte dos inimigos do Espiritismo, mas também por parte dos adeptos, haja vista as tricas que nada deixam a dever às maquinações farisaicas do tempo de Jesus, e que pululam no movimento espírita, corporificadas pela saraivada de anátemas mútuos lançados indiscriminadamente em todas as direções...Leia mais
domingo, 9 de janeiro de 2011
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
REENCARNAÇÃO
REENCARNAÇÃO
PAULO VIOLADe um modo geral, com alguns avanços, a concepção da reencarnação ainda é associada, de forma exclusiva, à ideia de religião. Se se fizer uma pesquisa de opinião, pedindo ao entrevistado, sem religião, ou adepto de outras religiões históricas, que faça uma associação do fenômeno reencarnatório com uma fonte de informação, certamente ele citará o nome de uma religião. Reencarnação, misticismo e crenças ainda constituem temas interligados, misturados uns aos outros, no caldeirão da concepção popular. No entanto, pesquisadores e pesquisas científicas sobre a reencarnação, provando ser uma lei biológica, não faltam. Poder-se-ia citar apenas alguns desses trabalhos científicos, que são referenciais, dentre os incontáveis outros que oferecem rica reflexão à Humanidade. É o caso do médico psiquiatra canadense doutor Ian Stevenson, falecido em 2007, chefe do Departamento de Psiquiatria da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos (EUA), autor de vários livros. Seu trabalho reuniu em arquivos pesquisas científicas totalizando mais de três mil casos de memórias de vidas passada por parte de crianças de todas as procedências mundiais. São lembranças que brotaram sem aplicação de recursos técnicos, como a hipnose ou a regressão, isto é, espontaneamente. Seu último livro “Reincarnation and Biology”, com 2300 páginas, é considerado pelos especialistas um trabalho primoroso, trazendo como objeto de pesquisa marcas de nascença e defeitos congênitos ligados ao processo reencarnatório. Stevenson tinha uma característica que bem mostra a sua austeridade como estudioso: não dava entrevistas à mídia e somente falava aos médicos acadêmicos.
O corpo causal sobrevive à morte
Também de elevados méritos científicos é a psicóloga norte-americana, sem religião, ao que se sabe, doutora Helen Wambach, que entre outras pesquisas reuniu setecentos e cinquenta casos de regressão de memória e escreveu uma concorrida obra chamada “Life Before Life”, provando em laboratório de estudos que a vida não começa aqui. Ainda no campo internacional destacam-se nomes famosos como o do professor de Física, o Phd Amit Goswami, da Universidade de Oregan nos EUA, com sua tese segundo à qual o corpo causal sobrevive à morte.
Entre nós, brasileiros, igualmente pode ser citado, como referência, o precioso legado científico do professor e parapsicólogo Hernani Guimarães Andrade, que faleceu em 2003, deixando um volumoso trabalho de investigação, que focaliza setenta e cinco casos de fortíssima evidência, segundo especialistas, oito deles reunidos no livro” Reencarnação no Brasil”.
Diante de tantas e tamanhas evidências, mas ao mesmo tempo diante da indiferença da Humanidade para com essa lei natural da vida, a pergunta que se repete no tempo e no espaço é aquela formulada pelo pesquisador chinês, doutor Qing Di, autor de “Evidence of Reincarnation”: ‘Teriam os pesquisadores simplesmente se enganado?” Só o tempo dirá porque a comunidade científica ainda não assumiu de vez essas pesquisas, disse um observador.
A reencarnação terá que sustentar grandes lutas, mais contra o interesse, do que contra a convicção. Mas se tornará crença geral.
Não obstante toda essa evidência científica, muitos ainda acreditam que a reencarnação está ligada exclusivamente à Religião, às crenças e ao misticismo. E enquanto ainda prepondera essa orientação, cada vez mais cientistas do mundo inteiro mergulham em estudos sobre essa questão, possibilitando deduzir que a razão científica será capaz, mais cedo ou mais tarde, de suplantar de vez a polêmica desinformada que se vem arrastando pelos séculos.
Mas a questão não seria propriamente de convicção, de acreditar ou não acreditar, pois quando se fala de ciência o elemento subjetivo não pode evidentemente emergir para ofuscar a realidade oferecida pela comunidade científica.
A dificuldade é outra e quem melhor mostrou essa dificuldade foi Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, na Questão 798 do Livro dos Espíritos: "A reencarnação terá que sustentar grandes lutas, mais contra o interesse, do que contra a convicção, porquanto não há como dissimular a existência de pessoas interessadas em combatê-la, umas por amor-próprio, outras por causas inteiramente materiais”.
Porém, adverte o codificador na mesma Questão 798: “Mas se tornará crença geral e marcará nova era na história da humanidade, porque está na natureza e chegou o tempo em que ocupará lugar entre os conhecimentos humanos”.
Evidências de que “chegou o tempo” como anunciou o codificador, batem à nossa porta. Na edição anterior da Revista do Espiritismo, o monge beneditino Dom Marcelos Barros anunciou para o mundo que “uma revisão da Doutrina tradicional do Céu e do Inferno já existe e está em processo”, o que mostra uma mudança de rumo na orientação da religião que já foi hegemônica no planeta.
“A reencarnação é lei natural que vige em todo o Universo”
“O que temos é a necessidade de mudar o paradigma da ciência" – disse, em entrevista a um órgão de imprensa, a médica Marlene Nobre, Presidente da Associação Médico-Espírita e destaque do Movimento Espírita. E acrescentou: “Existem muitos interesses por detrás dessa questão. Muitas coisas tem de mudar e mudar profundamente, pois Kardec trouxe embasamento filosófico e científico da reencarnação, como antes não tínhamos” . A Lei biológica da reencarnação, segundo lembra Marlene, tem regras naturais próprias. E cita, como exemplo, o fato de que quanto menor for o espaço que medeia as encarnações, maior será a lembrança da vida anterior.
O fato é que o retorno do Espírito ao mundo corpóreo é concebido desde tempos bastante remotos. Os Egípcios, os Hindus. os Gregos e também os judeus já tinham informação de que a alma poderia voltar à Terra, no contexto de um novo corpo físico. Entretanto, o conhecimento era vago e incompleto. Com o advento do Espiritismo, foi possível trazer o conhecimento da reencarnação ao mundo ocidental, e isso de uma forma muito mais abrangente, Hoje sabemos que a reencarnação visa não só a sanar os equívocos pretéritos, mas também a proporcionar progresso e evolução, através do rico aprendizado que a Terra oferece a quem acolhe. E aí já se está falando de filosofia, a outra vertente dessa questão que envolve a Justiça divina. De qualquer forma, o que importa é que os tempos são chegados, e a reencarnação se tornará crença geral, marcando a nova era, como prenunciou o codificador da Doutrina Espírita. É apenas uma questão de tempo...
O corpo causal sobrevive à morte
Também de elevados méritos científicos é a psicóloga norte-americana, sem religião, ao que se sabe, doutora Helen Wambach, que entre outras pesquisas reuniu setecentos e cinquenta casos de regressão de memória e escreveu uma concorrida obra chamada “Life Before Life”, provando em laboratório de estudos que a vida não começa aqui. Ainda no campo internacional destacam-se nomes famosos como o do professor de Física, o Phd Amit Goswami, da Universidade de Oregan nos EUA, com sua tese segundo à qual o corpo causal sobrevive à morte.
Entre nós, brasileiros, igualmente pode ser citado, como referência, o precioso legado científico do professor e parapsicólogo Hernani Guimarães Andrade, que faleceu em 2003, deixando um volumoso trabalho de investigação, que focaliza setenta e cinco casos de fortíssima evidência, segundo especialistas, oito deles reunidos no livro” Reencarnação no Brasil”.
Diante de tantas e tamanhas evidências, mas ao mesmo tempo diante da indiferença da Humanidade para com essa lei natural da vida, a pergunta que se repete no tempo e no espaço é aquela formulada pelo pesquisador chinês, doutor Qing Di, autor de “Evidence of Reincarnation”: ‘Teriam os pesquisadores simplesmente se enganado?” Só o tempo dirá porque a comunidade científica ainda não assumiu de vez essas pesquisas, disse um observador.
A reencarnação terá que sustentar grandes lutas, mais contra o interesse, do que contra a convicção. Mas se tornará crença geral.
Não obstante toda essa evidência científica, muitos ainda acreditam que a reencarnação está ligada exclusivamente à Religião, às crenças e ao misticismo. E enquanto ainda prepondera essa orientação, cada vez mais cientistas do mundo inteiro mergulham em estudos sobre essa questão, possibilitando deduzir que a razão científica será capaz, mais cedo ou mais tarde, de suplantar de vez a polêmica desinformada que se vem arrastando pelos séculos.
Mas a questão não seria propriamente de convicção, de acreditar ou não acreditar, pois quando se fala de ciência o elemento subjetivo não pode evidentemente emergir para ofuscar a realidade oferecida pela comunidade científica.
A dificuldade é outra e quem melhor mostrou essa dificuldade foi Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, na Questão 798 do Livro dos Espíritos: "A reencarnação terá que sustentar grandes lutas, mais contra o interesse, do que contra a convicção, porquanto não há como dissimular a existência de pessoas interessadas em combatê-la, umas por amor-próprio, outras por causas inteiramente materiais”.
Porém, adverte o codificador na mesma Questão 798: “Mas se tornará crença geral e marcará nova era na história da humanidade, porque está na natureza e chegou o tempo em que ocupará lugar entre os conhecimentos humanos”.
Evidências de que “chegou o tempo” como anunciou o codificador, batem à nossa porta. Na edição anterior da Revista do Espiritismo, o monge beneditino Dom Marcelos Barros anunciou para o mundo que “uma revisão da Doutrina tradicional do Céu e do Inferno já existe e está em processo”, o que mostra uma mudança de rumo na orientação da religião que já foi hegemônica no planeta.
“A reencarnação é lei natural que vige em todo o Universo”
“O que temos é a necessidade de mudar o paradigma da ciência" – disse, em entrevista a um órgão de imprensa, a médica Marlene Nobre, Presidente da Associação Médico-Espírita e destaque do Movimento Espírita. E acrescentou: “Existem muitos interesses por detrás dessa questão. Muitas coisas tem de mudar e mudar profundamente, pois Kardec trouxe embasamento filosófico e científico da reencarnação, como antes não tínhamos” . A Lei biológica da reencarnação, segundo lembra Marlene, tem regras naturais próprias. E cita, como exemplo, o fato de que quanto menor for o espaço que medeia as encarnações, maior será a lembrança da vida anterior.
O fato é que o retorno do Espírito ao mundo corpóreo é concebido desde tempos bastante remotos. Os Egípcios, os Hindus. os Gregos e também os judeus já tinham informação de que a alma poderia voltar à Terra, no contexto de um novo corpo físico. Entretanto, o conhecimento era vago e incompleto. Com o advento do Espiritismo, foi possível trazer o conhecimento da reencarnação ao mundo ocidental, e isso de uma forma muito mais abrangente, Hoje sabemos que a reencarnação visa não só a sanar os equívocos pretéritos, mas também a proporcionar progresso e evolução, através do rico aprendizado que a Terra oferece a quem acolhe. E aí já se está falando de filosofia, a outra vertente dessa questão que envolve a Justiça divina. De qualquer forma, o que importa é que os tempos são chegados, e a reencarnação se tornará crença geral, marcando a nova era, como prenunciou o codificador da Doutrina Espírita. É apenas uma questão de tempo...
domingo, 14 de novembro de 2010
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